Aluno: Luís Khoringa Salgueiro
Aluna: Maria Cristina Tenório
Turma: Informática e Sociedade
Curso: Sistemas de Informação
Referências: NASA, Wikipedia - A Enciclopédia Livre e www.inovacaotecnologica. com.br
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A humanidade, diante dos inúmeros avanços tecnológicos na área da Robótica e da Inteligência Artificial, anda se fazendo uma pergunta muito importante: "Se os robôs se parecerem com humanos, andarem como humanos e falarem como humanos, eles seriam humanos?". Claro que não! Robôs não são capazes de chorar, não têm sentimentos como os humanos. Mesmo que os chips neurais tridimensionais e a Lógica Fuzzy tente aproximá-los do que é um ser humano realmente.
Robôs biológicos estão sendo construídos por engenheiros, cientistas e pesquisadores em vários países, dando ênfase na parte física, como rostos e músculos artificiais. Os primeiros tipos de robôs com pensamento semelhante ao do ser humano veio com a descoberta da Lógica Fuzzy e das Redes Neurais.
As Redes Neurais são muito utilizadas, pois permitem aos robôs um aprendizado com suas experiências e ações tomadas, adquirir percepções de espaço e se adaptar a situações ou ambientes que não estejam previstos. Já a Lógica Fuzzy possibilita que os humanos treinem as máquinas em certas tarefas como, por exemplo, o reconhecimento de terrenos acidentados (o aprendizado pode ser aplicado quando ele estiver em um local remoto, como a superfície de Marte). Aliando a Lógica Fuzzy à tecnologia mecatrônica, os robôs podem funcionar de forma humanística e responder a sinais visuais ou audíveis. Segundo Barry Werger, da NASA, se algo dá errado com os robôs que funcionam hoje, os humanos podem modificar o código de programação e reiniciá-lo, esperando que tudo funcione normalmente, então. A expectativa é de que eles se tornem mais independentes e sejam capazes de ajustar sua própria programação, de acordo com as necessidades que aparecerem.
Mas, mesmo com toda essa tecnologia, não é possível afirmar que os robôs, com o tempo, vão sentir fome (o gosto de uma comida deliciosa) ou sede (aquele refrigerante refrescante). E também amor, ódio, saudade, felicidade, inveja, ambição, orgulho e mais tantos outros sentimentos que só nós, humanos, temos e nem sabemos, às vezes, como nem por que acontecem. O que pode vir a ocorrer é que eles imitem técnicas humanas com mais eficiência para facilitar a comunicação. Mas, ser uma pessoa, jamais.
Aluna: Maria Cristina Tenório
Turma: Informática e Sociedade
Curso: Sistemas de Informação
Referências: NASA, Wikipedia - A Enciclopédia Livre e www.inovacaotecnologica. com.br
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A humanidade, diante dos inúmeros avanços tecnológicos na área da Robótica e da Inteligência Artificial, anda se fazendo uma pergunta muito importante: "Se os robôs se parecerem com humanos, andarem como humanos e falarem como humanos, eles seriam humanos?". Claro que não! Robôs não são capazes de chorar, não têm sentimentos como os humanos. Mesmo que os chips neurais tridimensionais e a Lógica Fuzzy tente aproximá-los do que é um ser humano realmente.
Robôs biológicos estão sendo construídos por engenheiros, cientistas e pesquisadores em vários países, dando ênfase na parte física, como rostos e músculos artificiais. Os primeiros tipos de robôs com pensamento semelhante ao do ser humano veio com a descoberta da Lógica Fuzzy e das Redes Neurais.
As Redes Neurais são muito utilizadas, pois permitem aos robôs um aprendizado com suas experiências e ações tomadas, adquirir percepções de espaço e se adaptar a situações ou ambientes que não estejam previstos. Já a Lógica Fuzzy possibilita que os humanos treinem as máquinas em certas tarefas como, por exemplo, o reconhecimento de terrenos acidentados (o aprendizado pode ser aplicado quando ele estiver em um local remoto, como a superfície de Marte). Aliando a Lógica Fuzzy à tecnologia mecatrônica, os robôs podem funcionar de forma humanística e responder a sinais visuais ou audíveis. Segundo Barry Werger, da NASA, se algo dá errado com os robôs que funcionam hoje, os humanos podem modificar o código de programação e reiniciá-lo, esperando que tudo funcione normalmente, então. A expectativa é de que eles se tornem mais independentes e sejam capazes de ajustar sua própria programação, de acordo com as necessidades que aparecerem.
Mas, mesmo com toda essa tecnologia, não é possível afirmar que os robôs, com o tempo, vão sentir fome (o gosto de uma comida deliciosa) ou sede (aquele refrigerante refrescante). E também amor, ódio, saudade, felicidade, inveja, ambição, orgulho e mais tantos outros sentimentos que só nós, humanos, temos e nem sabemos, às vezes, como nem por que acontecem. O que pode vir a ocorrer é que eles imitem técnicas humanas com mais eficiência para facilitar a comunicação. Mas, ser uma pessoa, jamais.
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