Por: Pablo César, Silas do Nascimento.
Disciplina: Informática e Sociedade.
Prof.ª: Vânia Menezes.
O termo Computação Ubíqua, foi definido pela primeira vez pelo cientista chefe do Centro de Pesquisa Xerox PARC, Sr. Mark Weiser, através de seu artigo “O Computador do Século 21 (The Computer for the 21st Century ). Weiser teorizou que futuramente o foco destes usuários ficaria voltado para a tarefa, e não para a ferramenta utilizada, utilizando-se de computação sem perceber ou necessitar de conhecimentos técnicos da máquina utilizada.
A evolução dos Sistemas de Informação Distribuídos, percebido inicialmente com o desenvolvimento da Internet e ampliação das opções de conexões, demonstram que a Computação Ubíqua já é realidade comprovado pelos benefícios que a Computação Móvel trouxe aos usuários. Celulares com acesso à Web, Laptops, Redes WIFI, Lousas Digitais, I-Pods e o maior expoente de todos, o I-Phone, permitem ao mais leigo, sem perceber, a utilização a qualquer momento e em qualquer lugar de um sistema de computação, através de um software e/ou uma interface.
Para o melhor entendimento da definição de computação Ubíqua devemos também explorar os conceitos da Computação Pervasiva que define-se por possuir os meios de computação distribuídos no ambiente de trabalho dos usuários de forma perceptível ou imperceptível . Por esta definição o computador seria capaz de detectar e extrair dados e variações do ambiente, gerando automaticamente modelos computacionais controlando, configurando e ajustando aplicações conforme as necessidades dos usuários e dos demais dispositivos.
Portanto a integração entre a mobilidade com sistemas e presença distribuída, em grande parte imperceptível, inteligente e altamente integrada dos computadores e suas aplicações para o benefício dos usuários seria a melhor definição para a Computação Ubíqua.
A Ubicomp necessita de avanços na capacidade de comunicação entre humanos e computadores, tornando o processo o mais natural possível. Para tanto, o desenvolvimento de Interfaces Naturais é peça fundamental neste processo. Em suma, o computador deverá ser capaz de “aprender” com as experiências reais anteriores, relacionando comandos bem sucedidos a dados recebidos de seus sensores, e não apenas traduzindo comandos em linguagem de máquina.
Já para o usuário, as ferramentas se tornarão mais transparentes, este poderá focar diretamente no processo principalmente na troca de dados, comunicações entre as pessoas e o compartilhamento de informações. Estas interfaces desenvolvidas fornecerão ferramentas para os usuários através de conceitos como a Computação Cooperativa.
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